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PaperCraft, construa seus personagens com papel

Papercraft é uma modalidade de artesanato muito conhecida na internet que envolve recorte e montagem de modelos 3D feitos em papel.

Disponibilidade:

Uma vez que os modelos de papel podem ser facilmente impressos e montados, a Internet tornou-se um meio popular de compartilhamento.

A disponibilidade de vários modelos de papercraft na Internet com baixo ou nenhum custo, que podem ser impressos em impressoras jato de tinta fez com que sua popularidade aumentasse em todo o mundo.

Pessoas mais experientes muitas vezes constroem seus próprios modelos, seja à mão livre ou usando softwares como o Adobe Illustrator. Existe também softwares específicos para isso, como o Pepakura Designer da Tama Software, o Dunreeb ou Ultimate Papercraft em 3D, eles podem ser usados para converter modelos de computador 3D em modelos para impressão bidimensionais para montagem.

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Modelos 3-D para os modelos de papel:

O uso de modelos 3-D ajuda muito na construção de modelos de papel para Papercraft, com modelos de videogame, sendo a fonte mais relevante.

Existem vários métodos de extração do modelo para Papercraft, incluindo o uso de um visualizador de modelos e exportando eles para um tipo de arquivo ou capturar o modelo a partir da emulação diretamente no computador.

Diversos:

Veículos de todos os tipos, desde carros, caminhões de carga e ônibus espaciais são um assunto freqüente em modelos Papercraft, alguns usam fotos e texturas realistas de suas contrapartes da vida real.

Modelos de arquitetura também são utilizados na construção de casas, prédios e locações reais ou fictícias.

Os projetos os mais prevalentes são a partir de jogos de vídeo game, devido à sua popularidade e facilidade em produzir modelos de papel.

O site Papercraft Museum inclui centenas de modelos de designers diferentes divididos em uma ampla gama de assuntos. Os modelos incluem projetos diversos, incluindo um Link em tamanho real do jogo The Legend of Zelda, o Pérola Negra de Piratas do Caribe e modelos de aeronaves, como o Chengdu J-10.

Um site para baixar modelos:

Um dos melhores sites para Papercraft é o www.papercraftmuseum.com onde você poderá baixar diversos modelos, incluindo alguns da galeria abaixo.

Tatuagens criativas e algumas curiosidades sobre tatuagens.

Tatau, o início:

A palavra “tatuagem” é derivado da palavra Tahitiana ‘tatau’, que significa “para marcar” ou somente “marcar”.

A palavra “tattaw” foi usada pela primeira vez no relato publicado da primeira viagem do capitão Cook em 1769. Lá ele sugere que ‘tatau’ é uma onomatopéia. “Tat” refere-se a pancada do instrumento de tatuagem na pele, “au” refere-se ao grito de dor da pessoa que está sendo tatuada.

Mensagens secretas:

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O historiador grego Heródoto, fala em seus registros como Histiaeus de Mileto, que estava sendo mantida contra a sua vontade pelo rei Dario de Susa, enviou uma mensagem secreta em uma tatuagem ao seu genro, Aristagoras.

Histiaeus raspou o cabelo do seu escravo e tatuou a mensagem na cabeça do homem. Ao escravo foi dito que o procedimento iria curar sua visão ruim. Quando o cabelo do escravo tinha crescido o suficiente para esconder a tatuagem, ele foi enviado para Aristagoras, que raspou a cabeça do escravo e leu a mensagem oculta. A mensagem instruía Aristagoras a começar uma rebelião.

Na imagem: Poedua, filha de Orio, b.circa 1758 por John Webber, 1777.

O artista mostrou as tatuagens e as flores de jasmim que implica tanto a diferença e adorno pessoal.

O significado das tatuagens não é clara aos olhos europeus, mas pode ter sido a marca de um membro de um culto particular ou uma preferência pessoal.

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Caçadores de Cabeça:

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No final do século 18 e início do 19 a coleta de cabeças Maori se tornou tão popular na Europa que muitos Maoris foram assassinados para abastecer o comércio.

O povo Maori na Nova Zelândia tinha o costume de fazer tatuagens em suas cabeças. Se um de seus chefes morria, eles retiravam e preservavam a cabeça tatuada, mantendo-a como um tesouro precioso.

Europeus consideravam estas cabeças como curiosidades valiosas e em pouco tempo um comércio surgiu, a troca de cabeças de Maori por armas de fogo. Logo, os Maori começaram a negociar as cabeças de seus inimigos mortos em batalha, mas quando a demanda começou a exceder a oferta, os Maori começaram a ser assassinados a sangue frio por suas tatuagens.

Em alguns casos, escravos eram tatuados de modo que a cabeça pudesse ser cortada e vendida. Em 1831, o governo tomou medidas para proibir a prática.

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Tatuagens dos Marinheiros:

Um porco tatuado em um dos pés e um galo na outro se dizia que servia para proteger o marinheiro de afogamento. Como nenhum desses animais pode nadar se acreditava que iriam ajudar a tirar o marinheiro rapidamente da água, se ele caísse da embarcação.

Outras tatuagens populares entre os marinheiros que também são atribuídos significados interessantes:

  • Uma fragata mostra que o marinheiro navegou ao redor do Cape Horn;
  • Uma âncora indica que ele navegou o Oceano Atlântico;
  • Um dragão mostra que o portador serviu em uma estação da China;
  • Uma carapaça de tartaruga mostra que o marinheiro cruzou a linha do Equador;
  • “Hold” tatuado nos dedos de uma mão e “Fast” nos dedos da outra era dito que permitia ao portador segurar o equipamento melhor.

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Remoção de tatuagem:

Remover uma tatuagem pode custar até três vezes mais do que o próprio design.

Quando a pessoa não pensa bem antes de fazer uma Tatuagem às vezes pode se tornar um constrangimento mais tarde na vida.

Porque as tatuagens estão em uma camada profunda da pele conhecida como derme elas são muito difíceis de remover.

As primeiras formas de remoção de tatuagem incluem a injeção ou aplicação de vinho, limão, alho e até mesmo excrementos de pombos.

Nenhum destes métodos foi eficaz. Posteriormente técnicas de remoção incluem dermoabrasão, quando a pele é efetivamente ‘lixada’, e a excisão, em que a tatuagem é removido cirurgicamente. Ambos os métodos resultam na formação de cicatrizes.

No final da década de 1980 a cirurgia a laser tornou-se popular para remoção de tatuagens. No entanto, o tratamento não é barato e pode custar um monte de dinheiro, dependendo do tamanho da tatuagem, tipo e localização.

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Resumão:

  • A galera que curte Tatuagens tem data comemorativa: os norte-americanos criaram uma data comemorativa, chamada simplesmente de “National Tattoo Day” e é comemorada no dia 5 de junho.
  • Tatuagem não é novidade: As tatuagens são uma forma de expressão cultural muito antiga, tanto que a múmia mais velha do mundo, que se chama Oetzi e tem 5,3 mil anos, apresenta os seus próprios desenhos.
  • Profissão difícil: Antigamente, a pessoa que se dedicasse à tatuagem deveria passar a sua vida inteira aprendendo o processo de desenhar na pele humana de maneira detalhada e rica. Hoje em dia, quem quiser virar um tatuador deve se matricular em cursos com esse fim e, depois, se tornar aprendiz de alguém experiente.
  • Vermelho dá alergia: É preciso ter cuidado, pois algumas pessoas podem ser alérgicas ao pigmento vermelho, se você costuma ter problemas de pele com brincos ou bijuterias, tenha bastante cuidado.
  • Pode brilhar e vibrar: Agora, você pode utilizar tintas que brilham no escuro, que reagem à luz negra ou até mesmo ter uma tattoo que vibra, isso foi feito pela Nokia para avisar que o celular está tocando.
  • Beber não é uma boa ideia: Apesar de parecer uma boa solução, essa iniciativa não é recomendável. O motivo é bem simples: o álcool acaba “afinando” o seu sangue. Por conta disso, o tatuador vai ter mais trabalho para desenhar e o resultado final pode ser pior do que seria.
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Mais tatuagens criativas:

 

Arábia Saudita lança a primeira campanha para acabar com a violência contra as mulheres.

A Arábia Saudita está recebendo seu primeiro anúncio de serviço público sobre violência doméstica.

Enquanto as mulheres ainda não têm permissão para dirigir no país devendo estar sob tutela masculina para isso, o anúncio que alguns disseram ser forte, feito pela Fundação Rei Khalid, marca um passo importante nos direitos das mulheres sauditas.

O cartaz mostra uma mulher com uma burca que expõe seu olho roxo. “Algumas coisas não podem ser cobertas”, o texto diz. “Combatendo o abuso de mulheres juntos.”

De acordo com “No More Abuse” site da Fundação Rei Khalid, “O fenômeno das mulheres agredidas na Arábia Saudita é muito maior que é aparente na superfície. É um fenômeno ainda encontrado nas sombras.”

A Fundação Rei Khalid espera trazer o abuso à luz.

Memac Ogilvy, Riyadh criou a campanha:

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Relatos de violência contra as mulheres na imprensa da Arábia Saudita são freqüentes, com os autores, muitas vezes sendo maridos ou outros membros da família.

Os direitos das mulheres no país mais populoso do Golfo, que pratica uma versão austera da Sharia (o código moral e lei religiosa do Islã), são um tema frequente de discussão nos meios de comunicação do mundo.

Mulheres na Arábia Saudita estão proibidas de ocupar um emprego ou sair do país sem a permissão de um guardião masculino e, como foi dito antes, a condução de um veículo é proibida também.

Nos últimos anos, apesar de ter havido indícios de que o monarca absoluto Rei Abdullah tenha seguido uma agenda reformista em termos de direitos das mulheres.

Em 2011, foi anunciado que as mulheres seriam autorizados a votar e concorrer nas eleições municipais de 2015, enquanto em janeiro de 2013 30 mulheres foram nomeados ao Conselho legislativo do país.

Também foi anunciado recentemente que as mulheres seriam autorizados a exercer a advocacia em um ambiente profissional.

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Mulheres sauditas rezam durante o Eid al-Adha celebrações religiosas em uma rua em Riyadh, Arábia Saudita. A nova campanha patrocinada pela Fundação do Rei Khalid visa a sensibilização contra o abuso de mulheres no reino, levando em conta os efeitos físicos que podem ser escondidos por trás de um véu.

Reuters / Stringer / Arquivo

Eu não sou um vagabundo, eu sou um ser humano.

Essa é a história de Ronald Davis, morador de rua em Chicago, neste vídeo ele relata da dura vida de um morador de rua, e a tentativa de mudar sua realidade.

É complicado se imaginar acordar e não saber se terá comida ou mesmo um abrigo no final do dia.

Felizmente esse vídeo inspirou a criação do ASKING BIG QUESTIONS, que mostra a realidade dos desabrigados de Chicago.

via: @16bits

O Espadachim de Carvão | Análise e Curiosidades | Parte 1

Se você ainda não leu o livro O Espadachim de Carvão e não quer SPOILERS, por favor não leia o texto abaixo. Tome vergonha e vá comprar um exemplar, a gente espera.

Desde que comecei a ouvir o MRG (Matando Robôs Gigantes) me identifiquei bastante com o modo que o Affonso Solano aborda os diversos temas tratados no programa.

É comum entre as conversas que acontecem durante o programa ele deixar sua marca, seja com um questionamento em relação ao modo como vivemos nossas vidas de forma pouco prática ou considerando a possibilidade de haver muito mais do que nós desconfiamos por ai no universo.

Então quero compartilhar com vocês uma análise, sob o meu ponto de vista (que pode estar muito equivocado) de algumas lições inseridas no livro O Espadachim de Carvão.

Antes de tudo vou te pedir um favor meu amigo leitor. Pegue o seu exemplar de O Espadachim de Carvão, pois essas postagens vão seguir a ordem de leitura do livro, a ideia é discutir sobre cada mensagem que surgir e fazer referência a outros momentos do livro.

Mais uma vez aviso, se você não leu o livro e não quer SPOILERS, por favor não leia o texto abaixo.

Tema de hoje:

Limitações, vantagens e desvantagens:

Nosso lugar no mundo é definido não só pela natureza, mas também por nós mesmos.

Logo no início do livro, na página 9, Adapak faz uma breve análise de uma Guandiriana que ele acabara de matar e reflete: “Nascidos para a violência”.

Assim de cara fica cedo para falarmos sobre isso, mas depois de ler o livro todo percebi que nesse ponto o autor, Affonso Solano, mostrou de uma maneira bem sutil como O Espadachim de Carvão vê o mundo. Adapak poderia chegar a diversas conclusões após observar o comportamento e o aspecto físico daquela Guandiriana, mas o que passa pela sua mente naquele momento é o fato daquele ser vivo ter sido criado em condições de executar um propósito: ser violento.

Existem mais dois momentos no livro onde essa visão de que cada ser é criado com um propósito é evidenciada:

1- No primeiro encontro com  Enki’ När, nas páginas 78 e 79,  é ensinado ao pequeno Espadachim de Carvão que todos os seres são criados com vantagens e desvantagens. Através do exemplo dado pelo Dingirï, Adapak aprende que existem dificuldades naturais em cada espécie, mas que essas mesmas dificuldades podem ser vencidas quando nossa vontade de alcançar um objetivo é maior que o nosso medo de sair da zona de conforto definida pela natureza.

“Humanos aprenderam a fazer velas para enxergar na escuridão… a distância entre nós e o que desejamos superar deve ser decidida por nós mesmos, e não somente pela natureza, você compreende?” – Enki’ När

2- Na conversa que acontece com Telalec entre as páginas 108 e 110, o jovem Adapak aprende sobre os círculos Tibaul. Que funcionam de acordo com as limitações de cada espécie em Kurgala. Mais uma vez O Espadachim de Carvão se depara com o tema “limitações”, dessa vez sob um aspecto mais rígido, tendo em vista que aqui as limitações definem cada movimento e decisão a ponto de haver um “manual” (os círculos Tibaul) que permite calcular e antecipar as atitudes de cada ser vivo.

Não sei se esse foi o propósito primário desses textos, mas para mim uma lição ficou clara: Todos temos nossos limites, a nossa zona de conforto, seja ela física ou psicológica, mas não é isso que vai nos definir se realmente quisermos alcançar um objetivo.

Além dos exemplos citados no livro, vemos todos os dias histórias de pessoas com algum tipo de limitação, mas que superaram isso e hoje conseguem mais do que foram “criados” para conseguir.

Existem mais exemplos dentro desse tema espalhados pelo O Espadachim de Carvão, mas eu gostaria que vocês compartilhassem isso comigo aqui nos comentários.

Nas próximas semanas vou postar sobre outras lições que encontrei no livro e poderemos conversar mais sobre os novos temas.

E então, o que você me diz sobre isso?

Para saber mais sobre O Espadachim de Carvão visite o site:

www.espadachimdecarvao.com

O quê um menino de 9 anos sabe sobre a vida?

Crianças sempre falam a verdade, em alguns casos verdades que nem todo mundo gosta de ouvir.

Quem nunca ficou sem graça por uma pergunta ou afirmação que essas criaturinhas são capazes de fazer sem nenhum pingo de vergonha?

O garotinho nesse vídeo no entanto impressiona com sua capacidade de observar, analisar e expor seus pensamentos de uma forma simples e muito construtiva.

Quero muito que meus filhos sigam esse exemplo.

“A formiga não sabe que existe mais do que esse pátio”

É interessante ver que ele não afirma suas ideias como se soubesse a verdade do universo. Uma pessoa assim estará sempre evoluindo e aprendendo de acordo com novas experiências.

Destaque para algumas frases que merecem atenção:

“Você nunca sabe com certeza se existe algo na busca, é uma missão sem fim saber qual é a sua missão…”

“O sentido da sua vida é o que você faz dela…”