Arábia Saudita lança a primeira campanha para acabar com a violência contra as mulheres.

A Arábia Saudita está recebendo seu primeiro anúncio de serviço público sobre violência doméstica.

Enquanto as mulheres ainda não têm permissão para dirigir no país devendo estar sob tutela masculina para isso, o anúncio que alguns disseram ser forte, feito pela Fundação Rei Khalid, marca um passo importante nos direitos das mulheres sauditas.

O cartaz mostra uma mulher com uma burca que expõe seu olho roxo. “Algumas coisas não podem ser cobertas”, o texto diz. “Combatendo o abuso de mulheres juntos.”

De acordo com “No More Abuse” site da Fundação Rei Khalid, “O fenômeno das mulheres agredidas na Arábia Saudita é muito maior que é aparente na superfície. É um fenômeno ainda encontrado nas sombras.”

A Fundação Rei Khalid espera trazer o abuso à luz.

Memac Ogilvy, Riyadh criou a campanha:

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Relatos de violência contra as mulheres na imprensa da Arábia Saudita são freqüentes, com os autores, muitas vezes sendo maridos ou outros membros da família.

Os direitos das mulheres no país mais populoso do Golfo, que pratica uma versão austera da Sharia (o código moral e lei religiosa do Islã), são um tema frequente de discussão nos meios de comunicação do mundo.

Mulheres na Arábia Saudita estão proibidas de ocupar um emprego ou sair do país sem a permissão de um guardião masculino e, como foi dito antes, a condução de um veículo é proibida também.

Nos últimos anos, apesar de ter havido indícios de que o monarca absoluto Rei Abdullah tenha seguido uma agenda reformista em termos de direitos das mulheres.

Em 2011, foi anunciado que as mulheres seriam autorizados a votar e concorrer nas eleições municipais de 2015, enquanto em janeiro de 2013 30 mulheres foram nomeados ao Conselho legislativo do país.

Também foi anunciado recentemente que as mulheres seriam autorizados a exercer a advocacia em um ambiente profissional.

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Mulheres sauditas rezam durante o Eid al-Adha celebrações religiosas em uma rua em Riyadh, Arábia Saudita. A nova campanha patrocinada pela Fundação do Rei Khalid visa a sensibilização contra o abuso de mulheres no reino, levando em conta os efeitos físicos que podem ser escondidos por trás de um véu.

Reuters / Stringer / Arquivo

Eu não sou um vagabundo, eu sou um ser humano.

Essa é a história de Ronald Davis, morador de rua em Chicago, neste vídeo ele relata da dura vida de um morador de rua, e a tentativa de mudar sua realidade.

É complicado se imaginar acordar e não saber se terá comida ou mesmo um abrigo no final do dia.

Felizmente esse vídeo inspirou a criação do ASKING BIG QUESTIONS, que mostra a realidade dos desabrigados de Chicago.

via: @16bits

O Espadachim de Carvão | Análise e Curiosidades | Parte 1

Se você ainda não leu o livro O Espadachim de Carvão e não quer SPOILERS, por favor não leia o texto abaixo. Tome vergonha e vá comprar um exemplar, a gente espera.

Desde que comecei a ouvir o MRG (Matando Robôs Gigantes) me identifiquei bastante com o modo que o Affonso Solano aborda os diversos temas tratados no programa.

É comum entre as conversas que acontecem durante o programa ele deixar sua marca, seja com um questionamento em relação ao modo como vivemos nossas vidas de forma pouco prática ou considerando a possibilidade de haver muito mais do que nós desconfiamos por ai no universo.

Então quero compartilhar com vocês uma análise, sob o meu ponto de vista (que pode estar muito equivocado) de algumas lições inseridas no livro O Espadachim de Carvão.

Antes de tudo vou te pedir um favor meu amigo leitor. Pegue o seu exemplar de O Espadachim de Carvão, pois essas postagens vão seguir a ordem de leitura do livro, a ideia é discutir sobre cada mensagem que surgir e fazer referência a outros momentos do livro.

Mais uma vez aviso, se você não leu o livro e não quer SPOILERS, por favor não leia o texto abaixo.

Tema de hoje:

Limitações, vantagens e desvantagens:

Nosso lugar no mundo é definido não só pela natureza, mas também por nós mesmos.

Logo no início do livro, na página 9, Adapak faz uma breve análise de uma Guandiriana que ele acabara de matar e reflete: “Nascidos para a violência”.

Assim de cara fica cedo para falarmos sobre isso, mas depois de ler o livro todo percebi que nesse ponto o autor, Affonso Solano, mostrou de uma maneira bem sutil como O Espadachim de Carvão vê o mundo. Adapak poderia chegar a diversas conclusões após observar o comportamento e o aspecto físico daquela Guandiriana, mas o que passa pela sua mente naquele momento é o fato daquele ser vivo ter sido criado em condições de executar um propósito: ser violento.

Existem mais dois momentos no livro onde essa visão de que cada ser é criado com um propósito é evidenciada:

1- No primeiro encontro com  Enki’ När, nas páginas 78 e 79,  é ensinado ao pequeno Espadachim de Carvão que todos os seres são criados com vantagens e desvantagens. Através do exemplo dado pelo Dingirï, Adapak aprende que existem dificuldades naturais em cada espécie, mas que essas mesmas dificuldades podem ser vencidas quando nossa vontade de alcançar um objetivo é maior que o nosso medo de sair da zona de conforto definida pela natureza.

“Humanos aprenderam a fazer velas para enxergar na escuridão… a distância entre nós e o que desejamos superar deve ser decidida por nós mesmos, e não somente pela natureza, você compreende?” – Enki’ När

2- Na conversa que acontece com Telalec entre as páginas 108 e 110, o jovem Adapak aprende sobre os círculos Tibaul. Que funcionam de acordo com as limitações de cada espécie em Kurgala. Mais uma vez O Espadachim de Carvão se depara com o tema “limitações”, dessa vez sob um aspecto mais rígido, tendo em vista que aqui as limitações definem cada movimento e decisão a ponto de haver um “manual” (os círculos Tibaul) que permite calcular e antecipar as atitudes de cada ser vivo.

Não sei se esse foi o propósito primário desses textos, mas para mim uma lição ficou clara: Todos temos nossos limites, a nossa zona de conforto, seja ela física ou psicológica, mas não é isso que vai nos definir se realmente quisermos alcançar um objetivo.

Além dos exemplos citados no livro, vemos todos os dias histórias de pessoas com algum tipo de limitação, mas que superaram isso e hoje conseguem mais do que foram “criados” para conseguir.

Existem mais exemplos dentro desse tema espalhados pelo O Espadachim de Carvão, mas eu gostaria que vocês compartilhassem isso comigo aqui nos comentários.

Nas próximas semanas vou postar sobre outras lições que encontrei no livro e poderemos conversar mais sobre os novos temas.

E então, o que você me diz sobre isso?

Para saber mais sobre O Espadachim de Carvão visite o site:

www.espadachimdecarvao.com

O quê um menino de 9 anos sabe sobre a vida?

Crianças sempre falam a verdade, em alguns casos verdades que nem todo mundo gosta de ouvir.

Quem nunca ficou sem graça por uma pergunta ou afirmação que essas criaturinhas são capazes de fazer sem nenhum pingo de vergonha?

O garotinho nesse vídeo no entanto impressiona com sua capacidade de observar, analisar e expor seus pensamentos de uma forma simples e muito construtiva.

Quero muito que meus filhos sigam esse exemplo.

“A formiga não sabe que existe mais do que esse pátio”

É interessante ver que ele não afirma suas ideias como se soubesse a verdade do universo. Uma pessoa assim estará sempre evoluindo e aprendendo de acordo com novas experiências.

Destaque para algumas frases que merecem atenção:

“Você nunca sabe com certeza se existe algo na busca, é uma missão sem fim saber qual é a sua missão…”

“O sentido da sua vida é o que você faz dela…”