O que é Draw my life? Como fazer Draw my Life?

O Draw my life é uma modalidade nova de vídeos que invadiu o YouTube.

O método Draw my life propõe que as pessoas descrevam sua vida ou um aspecto dela como trabalho ou relacionamento, através de desenhos em um quadro branco ou folhas de papel. A filmagem desse processo de desenhos é passada para um vídeo, onde geralmente o protagonista narra a história. É bastante semelhante ao modelo Draw your life, esses vídeos muitas vezes retratam como uma pessoa cresceu e mudou toda a sua vida.

Como começou?

draw-my-life-sam-pepperO primeiro Draw my life foi publicado pelo YouTuber e ex-Big Brother inglês Sam Pepper (essa figura ai ao lado) no dia 08 de janeiro de 2013.

Em cinco minutos de vídeo, Pepper utilizou um quadro branco para desenhar a história de sua vida, desde quando ele nasceu até o momento em que ele se mudou da Inglaterra para Los Angeles, em dezembro de 2012. Em abril de 2013, o vídeo acumulou cerca de 800 mil views.

No final do vídeo, ele marcou os YouTubers Louis Cole e Caspar Lee para fazerem seus vídeos também, esses vídeos ficaram prontos em janeiro de 2013.

Draw my life por Sam Pepper (inglês sem legendas)

Draw my life o meme.

Desde abril de 2013, existem mais de 850 mil resultados de pesquisa para Draw My Life no YouTube.

Muitos usuários do conhecidos do YouTube participaram da moda, incluindo Pc Siqueira, Rafinha Bastos, Mari Moon, Cauê Moura, Azaghal e Jovem Nerd.

Como ninguém escapa da internet já existem vídeos mostrando através do Draw my life como foi a vida até de Jesus Cristo, mas o vídeo é em inglês e sem legenda.

Existe também uma versão atualizada de Eduardo e Mônica feita em Draw my life que você pode conferir ai em baixo.

Alguns Draw my life brasileiros:

Os YouTubers brasileiros fizeram suas versões, confira alguns aqui.

Rafinha Bastos

Pc Siqueira

Marcos Castro

O resto vocês vão ter que procurar, pois tem muita coisa boa por ai.

Tatuagens criativas e algumas curiosidades sobre tatuagens.

Tatau, o início:

A palavra “tatuagem” é derivado da palavra Tahitiana ‘tatau’, que significa “para marcar” ou somente “marcar”.

A palavra “tattaw” foi usada pela primeira vez no relato publicado da primeira viagem do capitão Cook em 1769. Lá ele sugere que ‘tatau’ é uma onomatopéia. “Tat” refere-se a pancada do instrumento de tatuagem na pele, “au” refere-se ao grito de dor da pessoa que está sendo tatuada.

Mensagens secretas:

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O historiador grego Heródoto, fala em seus registros como Histiaeus de Mileto, que estava sendo mantida contra a sua vontade pelo rei Dario de Susa, enviou uma mensagem secreta em uma tatuagem ao seu genro, Aristagoras.

Histiaeus raspou o cabelo do seu escravo e tatuou a mensagem na cabeça do homem. Ao escravo foi dito que o procedimento iria curar sua visão ruim. Quando o cabelo do escravo tinha crescido o suficiente para esconder a tatuagem, ele foi enviado para Aristagoras, que raspou a cabeça do escravo e leu a mensagem oculta. A mensagem instruía Aristagoras a começar uma rebelião.

Na imagem: Poedua, filha de Orio, b.circa 1758 por John Webber, 1777.

O artista mostrou as tatuagens e as flores de jasmim que implica tanto a diferença e adorno pessoal.

O significado das tatuagens não é clara aos olhos europeus, mas pode ter sido a marca de um membro de um culto particular ou uma preferência pessoal.

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Caçadores de Cabeça:

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No final do século 18 e início do 19 a coleta de cabeças Maori se tornou tão popular na Europa que muitos Maoris foram assassinados para abastecer o comércio.

O povo Maori na Nova Zelândia tinha o costume de fazer tatuagens em suas cabeças. Se um de seus chefes morria, eles retiravam e preservavam a cabeça tatuada, mantendo-a como um tesouro precioso.

Europeus consideravam estas cabeças como curiosidades valiosas e em pouco tempo um comércio surgiu, a troca de cabeças de Maori por armas de fogo. Logo, os Maori começaram a negociar as cabeças de seus inimigos mortos em batalha, mas quando a demanda começou a exceder a oferta, os Maori começaram a ser assassinados a sangue frio por suas tatuagens.

Em alguns casos, escravos eram tatuados de modo que a cabeça pudesse ser cortada e vendida. Em 1831, o governo tomou medidas para proibir a prática.

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Tatuagens dos Marinheiros:

Um porco tatuado em um dos pés e um galo na outro se dizia que servia para proteger o marinheiro de afogamento. Como nenhum desses animais pode nadar se acreditava que iriam ajudar a tirar o marinheiro rapidamente da água, se ele caísse da embarcação.

Outras tatuagens populares entre os marinheiros que também são atribuídos significados interessantes:

  • Uma fragata mostra que o marinheiro navegou ao redor do Cape Horn;
  • Uma âncora indica que ele navegou o Oceano Atlântico;
  • Um dragão mostra que o portador serviu em uma estação da China;
  • Uma carapaça de tartaruga mostra que o marinheiro cruzou a linha do Equador;
  • “Hold” tatuado nos dedos de uma mão e “Fast” nos dedos da outra era dito que permitia ao portador segurar o equipamento melhor.

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Remoção de tatuagem:

Remover uma tatuagem pode custar até três vezes mais do que o próprio design.

Quando a pessoa não pensa bem antes de fazer uma Tatuagem às vezes pode se tornar um constrangimento mais tarde na vida.

Porque as tatuagens estão em uma camada profunda da pele conhecida como derme elas são muito difíceis de remover.

As primeiras formas de remoção de tatuagem incluem a injeção ou aplicação de vinho, limão, alho e até mesmo excrementos de pombos.

Nenhum destes métodos foi eficaz. Posteriormente técnicas de remoção incluem dermoabrasão, quando a pele é efetivamente ‘lixada’, e a excisão, em que a tatuagem é removido cirurgicamente. Ambos os métodos resultam na formação de cicatrizes.

No final da década de 1980 a cirurgia a laser tornou-se popular para remoção de tatuagens. No entanto, o tratamento não é barato e pode custar um monte de dinheiro, dependendo do tamanho da tatuagem, tipo e localização.

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Resumão:

  • A galera que curte Tatuagens tem data comemorativa: os norte-americanos criaram uma data comemorativa, chamada simplesmente de “National Tattoo Day” e é comemorada no dia 5 de junho.
  • Tatuagem não é novidade: As tatuagens são uma forma de expressão cultural muito antiga, tanto que a múmia mais velha do mundo, que se chama Oetzi e tem 5,3 mil anos, apresenta os seus próprios desenhos.
  • Profissão difícil: Antigamente, a pessoa que se dedicasse à tatuagem deveria passar a sua vida inteira aprendendo o processo de desenhar na pele humana de maneira detalhada e rica. Hoje em dia, quem quiser virar um tatuador deve se matricular em cursos com esse fim e, depois, se tornar aprendiz de alguém experiente.
  • Vermelho dá alergia: É preciso ter cuidado, pois algumas pessoas podem ser alérgicas ao pigmento vermelho, se você costuma ter problemas de pele com brincos ou bijuterias, tenha bastante cuidado.
  • Pode brilhar e vibrar: Agora, você pode utilizar tintas que brilham no escuro, que reagem à luz negra ou até mesmo ter uma tattoo que vibra, isso foi feito pela Nokia para avisar que o celular está tocando.
  • Beber não é uma boa ideia: Apesar de parecer uma boa solução, essa iniciativa não é recomendável. O motivo é bem simples: o álcool acaba “afinando” o seu sangue. Por conta disso, o tatuador vai ter mais trabalho para desenhar e o resultado final pode ser pior do que seria.
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Mais tatuagens criativas:

 

Arábia Saudita lança a primeira campanha para acabar com a violência contra as mulheres.

A Arábia Saudita está recebendo seu primeiro anúncio de serviço público sobre violência doméstica.

Enquanto as mulheres ainda não têm permissão para dirigir no país devendo estar sob tutela masculina para isso, o anúncio que alguns disseram ser forte, feito pela Fundação Rei Khalid, marca um passo importante nos direitos das mulheres sauditas.

O cartaz mostra uma mulher com uma burca que expõe seu olho roxo. “Algumas coisas não podem ser cobertas”, o texto diz. “Combatendo o abuso de mulheres juntos.”

De acordo com “No More Abuse” site da Fundação Rei Khalid, “O fenômeno das mulheres agredidas na Arábia Saudita é muito maior que é aparente na superfície. É um fenômeno ainda encontrado nas sombras.”

A Fundação Rei Khalid espera trazer o abuso à luz.

Memac Ogilvy, Riyadh criou a campanha:

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Relatos de violência contra as mulheres na imprensa da Arábia Saudita são freqüentes, com os autores, muitas vezes sendo maridos ou outros membros da família.

Os direitos das mulheres no país mais populoso do Golfo, que pratica uma versão austera da Sharia (o código moral e lei religiosa do Islã), são um tema frequente de discussão nos meios de comunicação do mundo.

Mulheres na Arábia Saudita estão proibidas de ocupar um emprego ou sair do país sem a permissão de um guardião masculino e, como foi dito antes, a condução de um veículo é proibida também.

Nos últimos anos, apesar de ter havido indícios de que o monarca absoluto Rei Abdullah tenha seguido uma agenda reformista em termos de direitos das mulheres.

Em 2011, foi anunciado que as mulheres seriam autorizados a votar e concorrer nas eleições municipais de 2015, enquanto em janeiro de 2013 30 mulheres foram nomeados ao Conselho legislativo do país.

Também foi anunciado recentemente que as mulheres seriam autorizados a exercer a advocacia em um ambiente profissional.

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Mulheres sauditas rezam durante o Eid al-Adha celebrações religiosas em uma rua em Riyadh, Arábia Saudita. A nova campanha patrocinada pela Fundação do Rei Khalid visa a sensibilização contra o abuso de mulheres no reino, levando em conta os efeitos físicos que podem ser escondidos por trás de um véu.

Reuters / Stringer / Arquivo